Smhir atua como produtor desde 2010, quando ingressou no Coletivo Popfuzz, coletivo cultural alagoano responsável pela organização do Festival Maionese (10 edições entre 2005 e 2017) além de manter um blog e o selo Popfuzz Records. Neste coletivo, desempenhou atividades como redação de postagens, organização de shows de música independente e articulação para lançamentos nacionais e internacionais, contribuindo para inserir a música alagoana em circuitos nacionais e fomentar a economia criativa do estado.
Em 2014, fundou o selo Transtorninho Records, referência nacional no uso de tecnologias de rede para divulgar e produzir artistas, organizar turnês e eventos, ampliando o reconhecimento de artistas independentes. Como músico, destaca-se como guitarrista da banda Amandinho, com a qual lançou dois álbuns (Rugby Japonês, 2015; Ocultismo Oldschool, 2017) e um EP (Coisas Novas São Assim, 2015), realizou turnês nacionais e participou de festivais como Coquetel Molotov (PE) e Guaiamum Treloso Rural (PE). Paralelamente, desenvolveu o projeto de música eletrônica Novampb, lançando os álbuns disquinhp (2014) e Too Cool For Words (2015).
Música:
Atualmente desenvolve uma carreira musical que reflete a longevidade de sua carreira, articulando gêneros musicais diversos como o blues, o punk, o jazz e a eletrônica. Seu trabalho mais recente é ‘Fogo Corredor’, obra de vídeo arte baseada numa composição sua. Está no processo de produção de ‘Vende-se Castelos em Ruínas’ e ‘Graça Torta’, seu próximo disco.
Audiovisual:
A arte de Smhir frequentemente acontece na interface com mídias outras além da música, como o audiovisual e a literatura. É o caso de ‘Fogo Corredor’ e ‘Vende-se Castelo em Ruínas’. Um destaque nessa categoria é ‘Feito Para Durar’, curta-metragem de animação no qual assina a produção, o roteiro e a música.
Literatura:
A literatura sempre foi uma questão central no trabalho de Smhir, estando presente em contos, letras, zines e textos variados que produziu.
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